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2 anos atrásem

No Pantanal de Mato Grosso do Sul, 541.575 hectares de vegetação já foram queimados pelos incêndios que atingem o bioma desde o dia 1º de janeiro, até este sábado (22), o que equivale ao território de cerca de 4 cidades de São Paulo.
As informações são do Lasa (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Os dados foram confirmados pelo Coronel Angelo Rabelo, diretor-presidente do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), na manhã deste domingo (23). A entidade, que atua há 22 anos na região de Corumbá, a 425 km de Campo Grande, participa do combate direto às chamas por meio da brigada alto Pantanal.
Além disso, o instituto realiza suporte logístico e tecnológico, assim como resgate, monitoramento e avaliação da fauna local junto com outras entidades e órgãos que estão na região atuando no combate aos incêndios.
Interessados em ajudar o instituto a desempenhar as ações de combate às chamas no Pantanal, podem contribuir com doações, por meio da chave-pix: contato@brigadaaltopantanal.org.br.
O CBMMS (Corpo de Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul) recebe neste domingo (23) o reforço de mais dois helicópteros e uma aeronave Air-Tractor para combater as queimadas que assolam o Pantanal.
Ao todo, foram utilizadas duas aeronaves Air Tractor, 2 helicópteros e 7 caminhões de combate a incêndio, além de dezenas de camionetes equipadas com kit pick-up, mochilas costais, sopradores e equipamentos de proteção individual.
As aeronaves de grande porte do Exército serão utilizadas para transporte das tropas. Além disso, o Governo Estadual fala em uma sinalização positiva quanto à vinda de 50 homens da Força Nacional para ajudar no combate.
Desde o início do mês moradores de Corumbá convivem diuturnamente com as fumaças dos incêndios florestais que devastam o Pantanal.
Nesta semana, equipe do Jornal Midiamax viajou ao município e as imagens aéreas impressionam, com a sensação de um cenário apocalíptico. A grande cortina de fumaça é percebida cerca de 75 km da zona urbana e fica pior a cada quilômetro mais perto.
Com clima extremo e junho ‘apocalíptico’ no Pantanal, entidades alertam que ‘o pior está por vir’. Isso porque, historicamente, o fogo costuma ter o ápice em agosto e setembro. Porém, com a situação da forma que está, a descrença em um futuro próximo mais ameno é inevitável.
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