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Problema em unidades de saúde: falta de compressor atrasa atendimentos odontológicos

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Sem o equipamento, equipes interrompem procedimentos e remanejam pacientes para outras unidades.

USF Cohab, em Campo Grande (Foto: Reprodução, Google Maps)

A falta de compressores, que persiste há um ano em algumas unidades, continua a postergar a maioria dos atendimentos odontológicos na rede municipal de saúde de .

Os profissionais utilizam o compressor para distribuir o ar comprimido necessário ao funcionamento de diversos materiais, como a cadeira odontológica, o micromotor, a caneta de rotação e o sugador. Sem o equipamento, eles não conseguem realizar procedimentos como restauração, extração, canal, entre outros.

Em fevereiro deste ano, o Sioms (Sindicato dos Odontologistas de ) denunciou a falta de compressores. Contudo, um ano antes, o Midiamax já havia divulgado a de pacientes sobre o mesmo problema.

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A reportagem do Midiamax recebeu uma lista com as unidades que ainda enfrentam a falta do equipamento, além do tempo de inatividade dos atendimentos que dependem do compressor, em cada uma dela.

Essa lista inclui 20 unidades, entre elas centros regionais de saúde. Segundo a denúncia, a USF (Unidade de Saúde da Família) Doutro Olimpio Cavalheiro, localizada no bairro Cohab, permanece sem compressor há 9 meses.

Lista foi enviada à equipe de reportagem do Jornal Midiamax (Reprodução, leitor Midiamax)

    O que diz a Sesau

    Ao responder à reportagem do jornal Midiamax, a (Secretaria Municipal de Saúde) informou que “na USF Tiradentes, o compressor já funciona”.

    Sobre a USF Cohab – que, segundo a denúncia, está sem compressor há 9 meses – a Sesau esclareceu que “duas equipes de saúde bucal atuam na unidade: uma profissional está em licença médica e a outra continua atendendo normalmente”.

    A Secretaria também destacou que “conduz um processo de contratação emergencial de empresa para realizar a manutenção corretiva dos equipamentos, além de um processo licitatório para contratar uma empresa que execute a manutenção preventiva e corretiva”.

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    De acordo com a Sesau, “nenhuma equipe suspendeu os atendimentos”. Os profissionais realizam todos os procedimentos que não dependem do compressor diretamente nas unidades. Quando o procedimento exige o uso do aparelho, a equipe acolhe o paciente, o insere no sistema e o encaminha para uma unidade equipada com compressor.

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