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2 anos atrásem

Nesta quarta-feira (15), o juiz Bruce Henrique dos Santos Bueno Silva, acatou a denúncia do Ministério Público Estadual (MPMS) e determinou a prisão preventiva de Damião Souza Rocha, réu pelo assassinato da esposa, Pâmela Oliveira da Silva, aos 27 anos, queimada e ainda pede júri popular.
O homem jogou gasolina contra a companheira e ateou fogo, na qual a vítima teve 90% do corpo. Ela ficou internada, e morreu em agosto de 2022.
Na época, o caso inicialmente foi investigado como suicídio e virou denúncia por feminicídio, após Pâmela conseguir voltar a falar e revelar para a irmã que foi o marido quem jogou gasolina e ateou fogo nela
O caso ocorreu na cidade de Rochedo, e ganhou visibilidade em agosto de 2022, quando a vítima morreu. Pâmela ficou internada na Santa Casa de Campo Grande, por um mês, mas não resistiu aos ferimentos.
Damião dizia que a esposa havia tentado tirar a própria vida, após uma discussão. Ainda conforme o acusado, ele queria se separar dela, porém a vítima não aceitou e por isso jogou combustível no corpo, e quando ele chegou em casa riscou quatro fósforos.
O casal viveu junto por onze anos, tiveram dois filhos, com 7 e 10 anos, na época, mas constantemente ocorria violência física e psicológico.
Após ouvir as testemunhas, o MPE (Ministério Público Estadual) enviou à Justiça uma denúncia em que apontava Damião como autor de feminicídio.
Pelo que consta, Pamela quem queria se separar. Damião não aceitava. No dia do crime, 21 de julho, eles brigaram e a mulher chegou a sair de perto do então companheiro, mas ficou em casa, junto com os dois filhos. Pouco depois, o homem se aproximou da família com um galão de combustível nas mãos e fez apenas uma pergunta: aqui ou no quarto?
A mulher foi obrigada a ir para o quarto da casa e lá, foi coberta de gasolina e incendiada.
Coleta de provas
Mesmo com a tentativa de matar Pâmela, ela sobreviveu. A vítima foi encaminhada para a Santa Casa, e quando ela conseguiu falar de novo, revelou para a irmã que foi o marido quem tentou acabar com a sua vida, e que estava com medo, devido aos filhos.
Na época, as próprias crianças, no começo, confirmaram a versão do pai. Mas com o tempo, e longe de Damião, já que depois da morte da mãe foram ficar com a tia materna, começaram a falar para a psicóloga tudo que viveram.
Quando começaram a lembrar do episódio, as crianças disseram que a mãe gritou: “não faz isso”, e que foram impedidas pelo pai de ajudarem a mãe e até se culparam por nunca terem denunciado as agressões que aconteciam dentro de casa.
Damião tentou ter a guarda dos filhos, mas foi proibido de chegar perto deles pela Justiça.
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