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Diversificação de riscos e retorno consistente são duas premissas que os investidores buscam ao investir em Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs). Outros pontos importantes de análise e que sempre atraem muito a atenção são a gestão ativa e a estabilidade de retorno. O Solis Capital Antares FIC FIM, por exemplo, reúne todas essas qualidades e se destaca no quesito “solidez” como gerador de resultados positivos desde o seu lançamento.
Ao completar 12 anos, o veículo entrega rentabilidade acumulada, até o fechamento do mês de março deste ano, de 138% do CDI, tendo fechado com resultado positivo todos os seus 144 meses. Embora a rentabilidade passada não signifique rentabilidade futura, a estabilidade do fundo reflete a expertise da Solis Investimentos, conhecida como “A Casa dos FIDCs”.
Com uma estratégia que contempla mais de 15 mil investidores, o veículo tem 110% do CDI como benchmark e aloca os recursos em uma carteira diversificada de cotas de FIDCs – atualmente são cerca de 120. Os ativos passam por um processo minucioso de análise e monitoramento, que refletem técnicas e ferramentas proprietárias da Solis Investimentos.
Os FIDCs investem na aquisição de direitos creditórios como recebíveis comerciais, recebíveis de cartão de crédito, empréstimos consignados públicos e privados, por exemplo. Em função disso, a categoria exige uma análise mais detalhada dos ativos, que contempla os riscos de créditos que estão “por trás” de cada operação. Na Solis Investimentos, o processo de alocação é constituído por três pilares: identificação do ativo – o que engloba análise do originador/consultor -, estruturação do fundo e, por fim, a construção do portfólio com base em retorno, governança e liquidez.
Outro diferencial é o acompanhamento meticuloso das carteiras, liderado por profissionais qualificados, que visa resguardar e antecipar situações, o que mitiga os eventuais riscos do portfólio. O veículo pode ser acessado direto com a gestora ou por meio das plataformas de investimento
Ao reunir a previsibilidade da renda fixa com taxas de retorno atrativas, com captura de parte do spread da operação de crédito, os FIDCs têm ganho cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Nos últimos cinco anos, o patrimônio líquido da categoria triplicou, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Em outubro do ano passado, os FIDCs ganharam mais um fator de impulso: o produto passou a ficar acessível para o público em geral. Antes, só podiam fazer aportes investidores qualificados – com mais de R$ 1 milhão alocado no mercado financeiro.
“Cada vez mais investidores e empresas utilizam o FIDC como veículo estratégico para investir e captar recursos. A mudança nas regras para o acesso foi acompanhada de um novo posicionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que agora exige maior participação dos gestores tanto na estruturação quanto na gestão destes fundos”, diz Ricardo Binelli, sócio diretor da Solis. Com 15 anos de atuação, mais de 90 fundos no portfólio e R$ 15,8 bilhões de patrimônio sob gestão, a Solis Investimentos se destaca no mercado nacional como gestora especializada em FIDCs.
Na prática, a expertise se traduz em conhecimento de emissores, validação de processos e verificação da robustez dos instrumentos de proteção. “Também verificamos a governança dos regulamentos, além de definir conjuntamente a política de crédito com os originadores e validação dos lastros dos ativos”, afirma Delano Macêdo, sócio diretor da Solis.
Mais informações sobre o Fundo Solis Capital Antares podem ser acessadas no site.
Portfólio diversificado
FIDCs em destaque
Experiência no mercado
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