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1 ano atrásem

Sophia foi morta e torturada aos 2 anos em janeiro de 2023
Diego Alves, Layane Costa –
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“O papai é bravo”, “ele é bravo” dizia Sophia sobre Christian Campoçano Leitheim, padrasto e um dos acusados pela morte da criança, de acordo com a mãe, Stephanie de Jesus da Silva, no Tribunal do Júri, em Campo Grande, nesta quarta-feira (04). Sophia foi morta e torturada aos 2 anos em janeiro de 2023.
“Na minha frente ele não batia. Sobre as marcas ele sempre tinha uma desculpa. Ele falava para ela falar que ela caia e ela tinha muito medo dele. Era estranho porque quando ele falava ela ficava quieta e não falava nada. Mas eu comecei a desconfiar há pouco tempo que estava acontecendo alguma coisa de errado, porque ela chorava muito, mas desde pequena ela chorava muito. Ela falava: ‘o papai é bravo’, ‘ele é bravo”.
“Já cheguei a ver ele (Crishtian) corrigindo dando tapa, nada que fosse grave ou extremamente violento. Já vi ele batendo no filho dele, eu tinha até dó, porque ele dava soco e murro nas costas dele, ele não batia de tapa, ele pegava o cinto e muitas vezes que ele fazia isso eu tentava entrar na frente e eu preferia que ele me batesse para que ele não batesse nas crianças. Já cheguei a apanhar para defender o menino. Eu tinha começado a desconfiar e falava tudo que acontecer de alguma coisa que aparecer no corpo dela eu quero saber”
“Ele (Cristhian) falava que ele ia sumir com a filha dele e que eu nunca mais ia ver na vida, e que ele iria entregar a Sophia para o Jean (pai de Sophia) para eu nunca mais ver ela.”
“Eu não tinha força e tinha medo de correr atrás de pedir alguma ajuda. Eu não tinha condições para pagar advogados e até hoje não tenho. Eu sempre tive muito medo porque ele me ameaçava e falava que iria acontecer alguma coisa comigo ou com as crianças”.
“Não era medo de romper, eu tinha medo do que ele poderia fazer. Ele sempre ameaça que tinha o pai dele ali. Para acobertar como ele fazia com a mãe do filho dele. Eu já apanhava e ele me sufocava até eu quase desmaiar. Eu tinha muito medo de acontecer qualquer coisa. Eu preferia que fosse eu embaixo da terra do a minha filha”, disse.
Tribunal do Júri (Foto: Madu Livramento/Midiamax)
Foto: Madu Livramento/Midiamax
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